quinta-feira, dezembro 01, 2005

Fantasia



Já pensaram alguma vez se existe razão de existirmos? Claro que já... todos temos esses momentos.. mas nunca os expressamos.. ou nesse caso, mal... É normal.. a nossa essência nem sempre exterioriza-se nas melhores condições.. Mas afinal porque existimos? teremos de ter os nossos momentos tristes para depois acordar num dia luminoso cheio de sol? Diria que... sim.. porque não vivemos num mundo justo ou perfeito.. pensamos sempre na tristeza e na miséria sempre em maus momentos e colocamos todas as interrogações nesses momentos.. e na verdade esquecemo-nos que nos nossos momentos em que saboreamos o bom da vida.. o verdadeiro mel da nossa existência não nos lembramos de.. "Afinal é para isto que eu é cá ando.. ser feliz e fazer feliz o proximo" essa poderia a frase que muitas pessoas diriam, incluindo eu, embora eu acrescentasse outra coisa... mas não sou um livro aberto.. e qd fizer o post "Eu" ninguem vai perceber.. Continuando.. não se questionem apenas nos momentos tristes.. lembrem-se sempre.. Eu gostava de ser sempre uma criança para não me preokupar com nada... Seria sempre feliz.. e não sairia do imaginário brilhante em que as crianças vivem... E nos dias de hoje... como eu diria... fiquem... "Muitas Estrelas e muita Fantasia"

3 comentários:

Elisa disse...

Como gosto tanto de clichés, não podia deixar de comentar este que aqui aparece, que é precisamente um dos mais comuns.
"Eu gostava de ser sempre uma criança para não me preokupar com nada... Seria sempre feliz.. e não sairia do imaginário brilhante em que as crianças vivem..." É comum ouvir-se isto... parece que todos nós gostariamos de parar no tempo, sermos para sempre crianças. É verdade que é quando perdemos esse estatuto que se iniciam as nossas responsabilidades e, por consequência, as nossas preocupações... Mas será assim tão penoso crescer?
A mim parece-me agradável poder dizer que cresci, que vivi isto, aquilo e aqueloutro. Que me sinto mais experiente, que sei aquilo que quero, que sei aquilo que sou e aquilo que fui...
E aqui entre nós... guardo sempre dentro de mim esse pedacinho de vida... De vez em quando vou buscá-lo e, aí, posso entao dar azo à minhas fantasias...

Hugo M. J. Afonso disse...

A verdadeira questão não é o não gostar de crescer... pk todos crescemos, quer queiramos quer não.. nem que seja apenas o corpo... o mote é o de estarmos sempre a queixar-nos de tristezas e quando podemos usufruir de tudo o que é belo... (como o nosso crescimento) ninguem pára um segundo e pensa.. "afinal é para isto que eu cá ando" dessa forma.. todos seriam crianças e nunca haverias motivos para tristeza :)

Murasaki disse...

Fantasia, sonho e ilusão fazem parte do imaginário de uma parte do nosso «ser».
Convivem connosco nas várias fases da nossa vida, e só quando olhamos um pouco para trás é que nos damos conta do quanto foi, é, e será importante, porque é uma faceta do carácter que permite manter alguma pureza e idealismo espiritual.
Crescer é um processo que demora toda a vida, e o acumular de vivências várias...e não implica de modo algum a perda do imaginário e no fundo da ilusão que de um modo ou de outro procuramos na vida..seja em que idade for...eu que o diga..